quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

NATAL COM JESUS - DIA 03.12.2020

O VERDADEIRO SIGNIFICADO DO NATAL

PREPARAÇÃO PARA O NATAL
- Série Natal com Jesus - Evangelho de São Lucas

Estamos nos preparando para o Natal: do dia 01 a 24.12 estudamos um capítulo por dia do Evangelho de São Lucas. E hoje, vamos estudar o Capítulo 3 de São Lucas.

Celebremos o Natal com grande alegria, pois nesses 24 dias vamos conhecer quem é o Jesus que celebramos no Natal. Podemos mudar o mundo amando como Jesus nos ensinou: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.".

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

NATAL COM JESUS - DIA 02.12.2020

O VERDADEIRO SIGNIFICADO DO NATAL

PREPARAÇÃO PARA O NATAL
- Série Natal com Jesus - Evangelho de São Lucas

Estamos nos preparando para o Natal: do dia 01 a 24.12 estudamos um capítulo por dia do Evangelho de São Lucas. E hoje, vamos estudar o Capítulo 2 de São Lucas.

Celebremos o Natal com grande alegria, pois nesses 24 dias vamos conhecer quem é o Jesus que celebramos no Natal. Podemos mudar o mundo amando como Jesus nos ensinou: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.".

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terça-feira, 1 de dezembro de 2020

NATAL COM JESUS - DIA 01.12.2020

O VERDADEIRO SIGNIFICADO DO NATAL

- Série Natal com Jesus - Evangelho de São Lucas

Nos preparamos para o Natal, do dia 01 a 24.12 estudando um capítulo por dia do Evangelho de São Lucas. E hoje, vamos estudar o Capítulo 1 de São Lucas.

Celebremos o Natal com grande alegria, pois nesses 24 dias vamos conhecer quem é o Jesus que celebramos no Natal. Podemos mudar o mundo amando como Jesus nos ensinou: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.".


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domingo, 27 de setembro de 2020

LEITURAS DA MISSA 26.º DOMINGO DO TEMPO COMUM

LITURGIA DO DOMINGO - 26º DTC - ANO A - 27.09.2020


Primeira Leitura (Ezequiel 18,25-28)
Leitura da profecia de Ezequiel.

18 25 Dizeis: “Não é justo o modo de proceder do Senhor. Escutai-me então, israelitas: ‘o meu modo de proceder não é justo? Não será o vosso que é injusto?’ 26 Quando um justo renunciar à sua justiça para cometer o mal e ele morrer, então é devido ao mal praticado que ele perece. 27 Quando um malvado renuncia ao mal para praticar a justiça e a eqüidade, ele faz reviver a sua alma. 28 Se ele se corrige e renuncia a todas as suas faltas, certamente viverá e não perecerá”.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus!


Salmo Responsorial 24/25

Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura e compaixão! 

Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos,
e fazei-me conhecer a vossa estrada!
Vossa verdade me oriente e me conduza,
porque sois o Deus da minha salvação;
em vós espero, ó Senhor, todos os dias!

Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura
e a vossa compaixão que são eternas!
Não recordeis os meus pecados quando jovem,
nem vos lembreis de minhas faltas e delitos!
De mim lembrai-vos, porque sois misericórdia
e sois bondade sem limites, ó Senhor!

O Senhor é piedade e retidão,
e reconduz ao bom caminho os pecadores.
Ele dirige os humildes na justiça,
e aos pobres ele ensina o seu caminho.


Segunda Leitura (Filipenses 2,1-11 ou 1-5)
Leitura da carta de são Paulo aos Filipenses.

2 1 Se me é possível, pois, alguma consolação em Cristo, algum caridoso estímulo, alguma comunhão no Espírito, alguma ternura e compaixão, 2 completai a minha alegria, permanecendo unidos. Tende um mesmo amor, uma só alma e os mesmos pensamentos. 3 Nada façais por espírito de partido ou vanglória, mas que a humildade vos ensine a considerar os outros superiores a vós mesmos. 4 Cada qual tenha em vista não os seus próprios interesses, e sim os dos outros. 5 Dedicai-vos mutuamente a estima que se deve em Cristo Jesus. 6 Sendo ele de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, 7 mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-se aos homens. 8 E, sendo exteriormente reconhecido como homem, humilhou-se ainda mais, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. 9 Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes, 10 para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos. 11 E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é Senhor.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus!


ACLAMAÇÃO (Jo 10,27)
Aleluia, Aleluia, Aleluia. Minhas ovelhas escutam minha voz, minha voz estão elas a escutar; eu conheço, então, minhas ovelhas, que me seguem, comigo a caminhar!


Evangelho (Mateus 21,28-32)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

21 28 Disse Jesus: "Que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Dirigindo-se ao primeiro, disse-lhe: ‘Meu filho, vai trabalhar hoje na vinha’. 29 Respondeu ele: ‘Não quero’. Mas, em seguida, tocado de arrependimento, foi. 30 Dirigindo-se depois ao outro, disse-lhe a mesma coisa. O filho respondeu: ‘Sim, pai!’ Mas não foi. 31 Qual dos dois fez a vontade do pai?" "O primeiro", responderam-lhe. E Jesus disse-lhes: "Em verdade vos digo: os publicanos e as meretrizes vos precedem no Reino de Deus! 32 João veio a vós no caminho da justiça e não crestes nele. Os publicanos, porém, e as prostitutas creram nele. E vós, vendo isto, nem fostes tocados de arrependimento para crerdes nele".
— Palavra da Salvação!
— Glória a Vós, Senhor!


LITURGIA DA SEMANA

28/09 (2ª feira) - Vd - Jó 1,6-22; Sl 16; Lc 9,46-50.
29/09 (3ª feira) - Br - Dn 7,9-10.13-14; Sl 137; Jo 1,47-51 – Santos Miguel, Gabriel e Rafael, Arcanjos.
30/09 (4ª feira) - Br - Jó 9, 1-12.14-16; Sl 87; Lc 9,57-62 – São Jerônimo.
01/10 (5ª feira) - Br - Jó 19,21-27; Sl 26; Lc 10,1-12 – Santa Teresinha do Menino Jesus.
02/10 (6ª feira) - Br- Ex 23,20-23; Sl 90; Mt 18,1-5.10 – Santos Anjos da Guarda.
03/10 (Sábado) - Vm - Jó 42, 1-3.5-6.12...; Sl 118; Lc 10,17-24.
04/10 (Domingo) - Vd -27ºDTC Is 5,1-7; Sl 79; Fl 4,6-9; Mt 21,33-43 – São Francisco de Assis.

Fonte: http://www.npdbrasil.com.br/religiao/evangelho_do_dia_semana.htm

REFLEXÃO DOMINICAL

26º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Neste vigésimo sexto domingo do tempo comum, a liturgia nos oferece Mateus 21,28-32 para o Evangelho, texto que contém a curta parábola dos dois filhos chamados pelo pai a trabalhar na sua vinha. Embora haja um considerável intervalo espacial e temporal entre a parábola proposta no domingo passado (“parábola dos trabalhadores da vinha” – Mt 20,1-16) e a de hoje, é inegável a relação entre as duas, como veremos a seguir.

Iniciamos com a devida contextualização, para chegarmos a uma interpretação mais adequada do texto. A parábola está inserida no acirrado confronto entre Jesus e as autoridades religiosas de Jerusalém, os sumos sacerdotes e os anciãos do povo. Com isso, concluímos que Jesus já se encontra em Jerusalém e, portanto, seu ministério está em sua última fase. Após uma entrada triunfante na cidade (cf. Mt 21,1-11), logo começaram os conflitos com as autoridades que não aceitavam sua proposta de Reino dos Céus, uma vez que esse compreendia uma verdadeira transformação da ordem vigente com a supressão de todas as estruturas de poder e formas de dominação vigentes.

O confronto com as autoridades começou com a denúncia do templo (cf. Mt 21,12-17); embora a maioria dos estudiosos intitulem esse episódio como “purificação do tempo”, preferimos usar o termo denúncia, uma vez que a atitude de Jesus em relação a essa instituição é de completa oposição, desejando, inclusive, a sua destruição (cf. Mt 24,1-2; Lc 21,6; ). Portanto, não tem sentido imaginar Jesus purificando algo que, para Ele, nem deveria mais existir. Esse episódio do templo foi o estopim para o conflito com as autoridades, e o Evangelho de hoje faz parte desse conflito.

Ao ver Jesus ensinar na área do templo, os sumos sacerdotes e anciãos lhe perguntaram com que autoridade Ele fazia aquilo (cf. 21,23). Ora, o ensinamento de Jesus divergia completamente do magistério oficial da época. Jesus não respondeu de modo afirmativo, mas também interrogando-os, partindo do exemplo de João Batista e seu batismo, deixando-os, assim, embaraçados (cf. 21,24-27). A nossa parábola de hoje está, portanto, inserida nesse confronto e, através dela, Jesus denuncia a falsa autoridade dos chefes religiosos de seu tempo, apresentando um novo caminho de relacionar-se com o Deus que é Pai, e reforçando o que já havia introduzido no discurso da montanha: “Não é aquele que diz: ‘Senhor! Senhor!’ que entrará no Reino dos céus, mas aquele que realiza a vontade do meu Pai que está nos céus.” (cf. Mt 7,21).

Como o início do texto sugere, “Que vos parece?”, o que vem a seguir visa reforçar algo já introduzido na discussão de Jesus com seus interlocutores, os sumos sacerdotes e anciãos do povo. Essa introdução interrogativa é uma chamada de atenção para o que vem a seguir; significa que se trata de um ensinamento de fundamental importância: “Um homem tinha dois filhos. Dirigindo-se ao primeiro, ele disse: ‘Filho, vai trabalhar hoje na vinha”  (v. 28). A vinha é uma imagem clássica na tradição bíblica para designar o povo de Deus (cf. Is Is 5,1-7), e adaptada por Jesus como imagem do Reino dos Céus (cf. Mt 20,1-16) por Ele inaugurado. Diz o texto que o pai dirigiu-se também ao outro filho e fez a mesma proposta (v. 30a), ou seja, também pediu para ir trabalhar na sua vinha.


A imagem de Deus como pai já soava como provocação aos chefes religiosos do tempo de Jesus, afinal, o Deus deles era um patrão e juiz. Essa imagem se torna ainda mais chocante quando Jesus diz que aquele pai tinha dois filhos. Ora, Deus tinha escolhido um único povo, Israel, e nada tinha a dizer aos outros povos. Portanto, comparar Deus a um pai com dois filhos tratados da mesma maneira era uma proposta absurda, conforme a imagem de Deus cultivada e transmitida pela religião oficial da época.

O pai fez a mesma proposta aos dois filhos, ou seja, convidou-os para trabalhar na vinha, e recebeu respostas diferentes. Eis a reação do primeiro destinatário da ordem/convite do pai: “Não quero’. Mas depois mudou de opinião e foi” (v. 29). Aqui, é necessário fazer uma pequena correção à versão litúrgica do texto: ao invés de “mudou de opinião”, o evangelista diz, na língua original do texto, que ele “arrependeu-se”. Em outras palavras, podemos dizer que aquele filho “converteu-se e foi trabalhar na vinha”. Eis, agora, a resposta-reação do segundo filho: “Sim, Senhor, eu vou’. Mas não foi” (v. 30). Como vimos, tanto foram diferentes as respostas quanto as atitudes de cada um deles. O centro do ensinamento de Jesus com essa parábola está exatamente aqui, no contraste entre as respostas e os comportamentos dos dois filhos. Historicamente, Israel, como povo da aliança, disse sim a Deus com palavras, embora seu comportamento tenha se distanciado tanto da verdadeira vontade de Deus. Com esse contraste entre os dois filhos, Jesus provoca seus interlocutores e os convida a uma reflexão.

Como a parábola foi usada por Jesus para provocar em seus interlocutores uma reflexão, eis que Ele lhes pede um juízo, uma opinião sobre os dois filhos: “Qual dos dois fez a vontade do pai?” Os sumos sacerdotes sacerdotes e os anciãos do povo responderam: “O primeiro” (v. 31a). Os sumos sacerdotes e anciãos do povo não poderiam responder de outra maneira: de fato, quem fez a vontade do pai foi o primeiro filho, aquele que disse “não”, verbalmente, ao convite do pai, mas mudou de ideia, ou seja, converteu-se e foi trabalhar na vinha. Ao ir trabalhar, esse primeiro filho fez verdadeiramente a vontade do pai, mesmo tendo respondido negativamente, uma vez que o importante para Deus não são as palavras, mas sim as atitudes. O segundo, pelo contrário, não fez a vontade do pai porque ficou apenas no discurso, não levou a solene resposta “Sim, Senhor” para a prática.

A resposta dos interlocutores de Jesus, os sumos sacerdotes e anciãos do povo, foi uma verdadeira sentença de autocondenação. Aplicando a imagem do pai a Deus e dos dois filhos a Israel e aos pagãos, Jesus queria levá-los a conscientização das contradições da religiosidade que praticavam. E, ao recordar isso, Mateus chama a atenção da sua comunidade para também não cair nos mesmos erros da antiga religião. Por sinal, Mateus já havia introduzido esse tema no discurso da montanha: “Não é aquele que diz: ‘Senhor! Senhor!’ que entrará no Reino dos céus, mas aquele que realiza a vontade do meu Pai que está nos céus.” (cf. Mt 7,21), e em uma discussão com os escribas e fariseus, ao citar diretamente o profeta Isaías: “Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim” (cf. Mt 15,8 = Is 29,13).

Com certeza os chefes religiosos de Jerusalém já tinham percebido a complexidade da situação em que tinham se envolvido ao questionar a autoridade de Jesus. Sem dúvidas, o clima piorou ainda mais com a continuação da resposta de Jesus a eles: “Então Jesus lhes disse: “Em verdade vos digo que os cobradores de impostos e as prostitutas vos precedem no Reino de Deus” (v. 31b). Dessa vez, Jesus passou dos limites, pensaram eles. Enquanto os acusava em linguagem simbólica, poderiam ignorar ou mudar o foco. Mas assim, de modo tão claro e objetivo, não era possível. Os cobradores de impostos e as prostitutas eram, de acordo com a mentalidade da época, as piores categorias de pessoas, a verdadeira escória da sociedade, e Jesus ousou dizer que elas herdariam primeiro o Reino de Deus do que as pessoas religiosas de Israel. Essa afirmação soava como absurdo para o auditório de Jesus.

A rejeição dos chefes à mensagem de Jesus é comparável a rejeição sofrida por João (v. 31). De fato, também o precursor viera “num caminho de justiça”, mas fora rejeitado pelos conhecedores da lei e dos profetas, ou seja, pelas pessoas religiosas como os sacerdotes e anciãos fechados ao arrependimento devido à autossuficiência de suas convicções religiosas. Já “os cobradores de impostos e as prostitutas” (v. 31b), rejeitados pela religião e abertos à conversão, sedentos de compreensão e acolhimento, acreditaram no Batista e em Jesus, tornando-se, assim, herdeiros do Reino dos Céus, a nova vinha do Pai, que é Deus. Desse modo, a máxima proverbial que concluía a parábola do domingo passado, é atualizada na parábola de hoje: “Os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos” (Mt 20,16).

É importante que, assim como a comunidade de Mateus soube atualizar essa mensagem, também as nossas comunidades de hoje saibam. Os primeiros de sempre, transformados em últimos na dinâmica do Reino serão sempre as pessoas autossuficientes, arrogantes, conhecedoras dos mínimos detalhes das leis religiosas, como eram os sacerdotes, anciãos e escribas da época de Jesus. Hoje, embora em outras modalidades, essas pessoas continuam presentes em nossas comunidades, com a mesma autossuficência, julgando, excluindo e determinando como o outro deve agir.

É preciso identificar quem são os últimos de hoje para os reconhecermos como primeiros no Reino. Na época, Jesus identificou os cobradores de impostos e as prostitutas, exemplos máximos de perversão para a época. Hoje, certamente há uma relação muito maior de categorias de pessoas excluídas pelas religiões e comunidades eclesiais que Jesus as colocaria como primeiras no Reino dos céus. Todos os que sofrem descriminações e exclusões por quem controla e impõem as normas de comportamento: as prostitutas, a população LGBT, ex-presidiários, moradores de rua, mães solteiras, menores infratores e tantas outras categorias, estariam na lista de Jesus, precedendo aqueles que louvam com os lábios, mas pouco fazem para o Reino de fato acontecer, ou seja, não fazem a vontade do pai!


Fonte: https://fiquefirme.com.br/multimedia-archive/21_reflexao_para_o_26_domingo_do_tempo_comum_mt_2128_32/

DIA DA BÍBLIA

27.09.2020 - 26º DOMINGO DO TEMPO COMUM – DIA DA BÍBLIA

AS SAGRADAS ESCRITURAS


A CARTA DO AMOR DE DEUS DIRIGIDA AOS HOMENS


Sabemos que a Sagrada Escritura é o maior documento e prova da revelação divina para nós cristãos, pois nela estão escritas as leis, ensinamentos, exortações, os milagres e prodígios do Senhor e muitas outras coisas que são para nós um alimento de fé.

“Os livros da Escritura ensinam com certeza, fielmente e sem erro, a verdade que Deus, para nossa salvação, quis que fosse consignada nas sagradas Letras. Por isso, «toda a Escritura é divinamente inspirada e útil para ensinar, para corrigir, para instruir na justiça: para que o homem de Deus seja perfeito, experimentado em todas as obras boas» ( Tim. 3, 7-17 gr.).”(Dei Verbum, 11).

É importante lembrar que a Bíblia (do grego biblios = livro), apesar de ser tantas vezes usada como livro histórico, não transmite uma precisão acerca da história e nem de conhecimentos científico-naturais, pois cada autor vivia conforme seu tempo e de acordo com o modo de viver do povo judeu da época. Mas tudo aquilo que nós seres humanos precisamos saber acerca de Deus está, sem dúvida, descrito nas Sagradas Escrituras desde a criação às primícias da Igreja. É na bíblia que o Senhor Se revela amoroso e compassivo, por isso “A Bíblia é a carta do amor de Deus dirigida a nós.” (Sören Kierkegaard, filósofo).

Por ser então a Escritura uma carta de amor, devemos acolher seus textos com muito zelo e amor, pois se você ao escrever uma carta para alguém com muito carinho, soubesse que este alguém desprezou suas palavras, certamente não ficaria feliz. Saiba que Deus também não fica feliz quando desprezamos ou zombamos de Suas palavras, pois assim como um jovem apaixonado escreve cartas de amor para sua amada, Deus escreveu cada letra pensando em cada um de nós de forma pessoal, com e por amor. “Portanto devemos ler as Sagradas Escrituras com a mesma fé viva da Igreja em que elas surgiram.” (YOUCAT, 16).

No Antigo Testamento (do latim testametum = legado), que é formado por 46 livros, Deus Se mostra como o Criador de tudo que existe e como guia, sustento e educador do mundo. Nele o Senhor começa seu plano de salvação para nós, que se cumpre no Novo Testamento.  Além disso, os livros da Antiga Aliança são de grande riqueza em orações, profecias, ensinamentos e também nos salmos que são usados ainda hoje nas orações e celebrações diárias. “A Igreja sempre rechaçou vigorosamente a ideia de rejeitar o Antigo Testamento sob o pretexto de que o Novo o teria feito caducar.” (CIC 123).

O Novo Testamento, por sua vez, é composto por 27 livros que vêm completar aquilo que estava no antigo. É nele que estão os quatro evangelhos, que são o coração da Sagrada Escritura, pois é ai que Deus se mostra como é, e como veio ao nosso encontro no Seu Filho. Os Atos dos Apóstolos mostram aquilo que era a Igreja primitiva que vivia na caridade e na potência do Espírito Santo. As cartas apostólicas vêm como reflexo da luz de Cristo para iluminar o homem em todas as suas dimensões. E, finalmente, o Apocalipse de São João nos ajuda a antever aquilo que será o fim dos tempos.

“Toda a Escritura divina é um único livro, e este livro único é Cristo, já que toda Escritura divina fala de Cristo, e toda Escritura divina se cumpre em Cristo.” (Hugo de São Vitor, Noe 2,8 In CIC 134). Nesta frase tudo se resume e, mais objetivo ainda foi São Jeronimo ao dizer: “Desconhecer a Escritura é desconhecer Cristo.” Ou seja, para conhecer a Jesus é necessário fazer a experiência da leitura e meditação dos Sagrados textos Bíblicos, tentando assim escutar a voz do próprio Cristo, pois como São Francisco de Assis disse: “Ler a Sagrada Escritura significa pedir o conselho de Cristo.” Aí então, voltamos àquela carta de amor, onde o autor não só ama, mas educa, ensina e fortalece, pois Jesus é sem dúvida o maior conselheiro para qualquer situação.

Para a Igreja de Cristo as Sagradas Escrituras são tão Sagradas e importantes como a Eucaristia, pois ambos alimentam e dirigem a vida daqueles que comungam da palavra e do corpo e sangue do Senhor. Na Santa Missa, primeiro temos a partilha da palavra na mesa que é chamada ambão e depois a partilha do pão da vida na mesa do altar. Em ambos nos encontramos com Cristo, mas os dois se completam e geram em nós uma perfeita comunhão.

Portanto, vivamos o que nos é proposto pela palavra de Deus e comunguemos dela com ardor e amor, esperando e confiando sempre que Deus irá nos falar algo e dar-nos uma mensagem de amor e de paz, pois “A Sagrada Escritura não é algo que pertence ao passado. O Senhor não fala no passado, mas no presente; ele fala conosco hoje, dá-nos a Luz, mostra-nos o caminho da Vida, concede-nos a comunhão, e, assim, prepara-nos e abre-nos para a Paz.” (Bento XVI, 29.03.2006).

Tua Palavra é lâmpada para os meus pés, e luz para o meu caminho” (Sl 118,105).

Fonte: http://avozdelourdes.blogspot.com/2014_09_01_archive.html

 

SÃO JERÔNIMO, DOUTOR DA IGREJA


Nasceu na Dalmacia (Iugoslávia) no ano 342. São Jerônimo cujo nome significa "que tem um nome sagrado", consagrou toda sua vida ao estudo das Sagradas Escrituras e é considerado um dos melhores, se não o melhor, neste ofício.

Em Roma estudou latim sob a direção do mais famoso professor de seu tempo, Donato, que era pagão. O santo chegou a ser um grande latinista e muito bom conhecedor do grego e de outros idiomas, mas muito pouco conhecedor dos livros espirituais e religiosos. Passava horas e dias lendo e aprendendo de cor aos grandes autores latinos, Cicero, Virgilio, Horácio e Tácito, e aos autores gregos: Homero, e Platão, mas quase nunca dedicava tempo à leitura espiritual.

Jerônimo se dispôs ir ao deserto a fazer penitência por seus pecados (especialmente por sua sensualidade que era muito forte, por seu terrível mau gênio e seu grande orgulho). Mas lá embora rezava muito, jejuava, e passava noites sem dormir, não conseguiu a paz, descobrindo que sua missão não era viver na solidão.

De volta à cidade, os bispos da Itália junto com o Papa nomearam como Secretário a Santo Ambrósio, mas este adoeceu, e decidiu nomear a São Jerônimo, cargo que desempenhou com muita eficiência e sabedoria. Vendo seus extraordinários dotes e conhecimentos, o Papa São Dâmaso o nomeou como seu secretário, encarregado de redigir as cartas que o Pontífice enviava, e logo o designou para fazer a tradução da Bíblia. As traduções da Bíblia que existiam nesse tempo tinham muitas imperfeições de linguagem e várias imprecisões ou traduções não muito exatas. Jerônimo, que escrevia com grande elegância o latim, traduziu a este idioma toda a Bíblia, e essa tradução chamada "Vulgata" (ou tradução feita para o povo ou vulgo) foi a Bíblia oficial para a Igreja Católica durante 15 séculos.

Ao redor dos 40 anos, Jerônimo foi ordenado sacerdote. Mas seus altos cargos em Roma e a dureza com a qual corrigia certos defeitos da alta classe social lhe trouxeram invejas e sentindo-se incompreendido e até caluniado em Roma, onde não aceitavam seu modo enérgico de correção, dispôs afastar-se daí para sempre e se foi a Terra Santa.

Seus últimos 35 anos os passou em uma gruta, junto à Cova de Presépio. Várias das ricas matronas romanas que ele tinha convertido com seus pregações e conselhos, venderam seus bens e se foram também a Presépio a seguir sob sua direção espiritual. Com o dinheiro dessas senhoras construiu naquela cidade um convento para homens e três para mulheres, e uma casa para atender aos que chegavam de todas partes do mundo a visitar o lugar onde nasceu Jesus.

Com tremenda energia escrevia contra os hereges que se atreviam a negar as verdades de nossa Santa religião. A Santa Igreja Católica reconheceu sempre a São Gerônimo como um homem eleito Por Deus para explicar e fazer entender melhor a Bíblia, por isso foi renomado Patrono de todos os que no mundo se dedicam a fazer entender e amar mais as Sagradas Escrituras. Morreu em 30 de setembro do ano 420, aos 80 anos.

Fonte: www.acidigital.com


MEDITANDO A BÍBLIA

Como uma abelha pode nos ensinar a meditar melhor a Bíblia


De acordo com os autores monásticos, a abelha possui qualidades importantes para aprender a ler e meditar bem a Bíblia. E se seguíssemos o exemplo dela?


Quando o diplomata e poeta francês Paul Claudel percorreu a Bíblia página por página por muitos anos, ele lia ela com um olhar aguçado e sua caneta tão alerta quanto uma varinha. Tudo, segundo ele, falava com um dos nossos cinco sentidos, evocava uma imagem, uma emoção espiritual, uma lição. Praticamente faltou apenas encostar o ouvido na página para ouvi-la respirar como por um estetoscópio.

 

“A Bíblia respira”, ele dizia. Contém o sopro de Deus, seu Espírito que atua na história do seu povo e, sobretudo, no nosso presente, na nossa vida aqui e agora. Usando a inteligência do coração, podemos inalar essa respiração, como uma espécie de boca a boca de avivamento espiritual.

 

Mas essa insuflação requer paciência. Bento XVI, ao inaugurar o Colégio dos Bernardinos em Paris no ano 2008, traçou a origem de nossa cultura nesta fraternidade de monges inquietos, em sua unidade, para buscar a Deus e compartilhar sua palavra com o mesmo amor pelos textos sagrados.

 

A erudição, o treinamento, o domínio de línguas e as gramáticas foram colocados a serviço da arte da leitura. Não como uma forma única de leitura, mas graças aos múltiplos níveis de significação das palavras, com uma cascata de referências de um texto a outro e uma sinfonia de entendimentos agregados. Porque, como dizem os monges, o conhecimento acumulado em si nada mais é do que ostentação.

 

Como uma abelha

 

Ler está a serviço do desejo de Deus. Ao encontrá-lo, encontramos a nós mesmos. À medida que nos encontramos um pouco, buscamos Ele ainda mais. O teólogo Guillermo de Saint-Thierry, discípulo e amigo de São Bernardo de Clairvaux, explicou aos irmãos da abadia que é preciso ruminar a Palavra, “dando uma mordida” todos os dias e confiando-a “ao estômago da memória”. Sem gula, sem leitura na superfície das palavras, sem olhares de passagem. Em vez disso, uma luta amorosa para, como Jacó com o anjo, buscar o reconhecimento que terá de ser retomado um pouco mais tarde.

 

Então, que qualidade você precisa ter para ler bem e respirar a Bíblia? Os autores monásticos são claros: a da abelha! A abelha pecoréia, vai buscar seu alimento em toda parte, em todas as flores de Deus e, a partir disso, faz mel. Essa inteligência da abelha, sua paciência, sua capacidade de fazer do pólen um alimento macio, são todas as qualidades de uma leitura exigente. Tudo isto permite, através desta amizade familiar com a palavra de Deus, aprender a “conhecer o coração de Deus”, como dizia São Gregório Magno.

 

Damien Le Guay

 

Fonte: https://pt.aleteia.org/cp1/2020/09/18/como-uma-abelha-pode-nos-ensinar-a-meditar-melhor-a-biblia/

 

SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS

1º de Outubro - Santa Terezinha do Menino Jesus

Conheça a história da Santa das Rosas

Quem foi Santa Terezinha do Menino Jesus

Batizada como Teresa Martin, Santa Terezinha é uma das santas católicas mais populares, devido a sua poderosa intercessão em favor de todos os fieis que pedem seu auxílio. Nascida em 2 de janeiro de 1873, na França desde muito menina já descobriu sua vocação para exercer uma vida dedicada à Sagrada Igreja.

Com apenas 6 anos de idade, após a catequese para a primeira comunhão realizada por sua irmã Paulina, se encantou profundamente pela figura do menino Jesus e viu esse amor crescer abundantemente em seu coração. Anos mais tarde ao falar sobre o assunto Santa Terezinha afirmava amar muito o menino Jesus, tanto que ao responde o chamado para a vida carmelitana, recebeu com alegria o nome de Tereza do Menino Jesus.

Apesar da pouca idade, Santa Terezinha ousou pedir autorização ao Papa Leão XIII para se entrar no Carmelo de Lisieux. O propósito não foi prontamente atendido, porém no ano seguinte Santa Terezinha conseguiu realizar se sonho de menina e assinar suas cartas pela primeira vez como Tereza do Menino Jesus.

A devoção de Santa Terezinha ao menino Jesus

Durante sua vida Santa Terezinha dedicou muitos escritos, poesias e orações ao Menino Jesus, seus primeiros anos da infância e sua natividade. Em 1894 ela pintou o quadro "O sonho do Menino Jesus", que mostra a figura do Menino Jesus brincando com flores que são oferecidas. No fundo do quadro observa-se a Sagrada Face abaixo da Cruz, sob iluminação da Lua, simbolizando a paixão de Cristo.

A pintura foi um presente dado à Madre Inês na ocasião de sua primeira festa como priora e representa a inocência e tranquilidade do Menino Jesus, que brinca alegremente com as flores e tem confiança para seguir os planos de Deus e passar pelo sofrimento que a Cruz lhe reservara no futuro.

A morte de Santa Terezinha do Menino Jesus

Santa Terezinha do Menino Jesus morreu em 1897, aos 24 anos de vida. Em seu leito de morte Santa Terezinha afirmou: “Não me arrependo de haver-me entregue ao amor”. E com o olhar fixo no crucifixo exclamou: “Meu Deus, eu te amo”.

O legado deixado por Santa Terezinha do Menino Jesus

Durante sua vida Santa Terezinha escreveu a pedido de sua irmã três manuscritos, que são sua autobiografia. Eles foram publicados em 1898 com o nome "História de uma Alma", sendo que o livro tornou-se um campeão de leituras e se encontra entre os maiores best sellers da literatura mundial.

Em seus textos, Santa Terezinha nos ensina sobre teologia com profunda simplicidade e nos mostra sua pequena via, que seria um caminho de santidade que tem as pequenas coisas e nos atos singelos do cotidiano a produção de frutos de santidade, desde que sejam feitos com amor. Ela afirmava que não tinha forças para realizar as grandes obras dos santos mais conhecidos da Igreja Católica, por isso fazia com humildade as pequenas coisas.  Pois são nessas pequenas obras que consistia a sua santidade: "Pegar um alfinete caído no chão, com amor, produz fruto de santidade".

Santa Tereza do Menino Jesus, a Santa das Rosas

Jogar pétalas de rosas quando o Santíssimo Sacramento passava no ostensório, assim como jogar lindas flores no grande crucifixo, que se localizava no Jardim do Carmelo estava entre as grandes alegrias de Santa Terezinha.

Dias antes de sua morte, ela afirmou: “Pegar um alfinete caído no chão, com amor, produz fruto de santidade”. Sua intenção foi sempre interceder a Deus por todos os fieis. Por esse motivo durante a novena de Santa Terezinha, se espera ganhar uma rosa de alguém como símbolo da graça alcançada.

Devoção à Santa Terezinha do Menino Jesus

Santa Terezinha do Menino Jesus foi canonizada em 1925 pelo Papa Pio XI. Em 1927 foi declarada como a Patrona Universal das Missões Católicas, sendo a Padroeira Secundária da França, ao lado de Santa Joana D’arc.

Cem anos depois da sua morte em 1997, na Carta Apostólica, Divinis Amoris Scientia, o Papa João Paulo II declarou Santa Terezinha como Doutora da Igreja, devido  a sua mensagem singular de Infância Espiritual e Contemplação da Face de Cristo.

Oração a Santa Tereza do Menino Jesus

“Ó Santa Terezinha, branca e mimosa flor de Jesus e Maria, que embalsamais o Carmelo e o mundo inteiro com vosso suave perfume, chamai-nos e nós correremos convosco, ao encontro de Jesus, pelo caminho da renúncia, do abandono e do amor. Fazei-nos simples e dóceis, humildes e confiantes para nosso Pai do céu. Não permitais que o ofendamos com o pecado. Socorrei-nos em todos os perigos e necessidades; socorrei-nos em todas as aflições e alcançai-nos todas as graças espirituais e temporais, especialmente a graça que estamos precisando agora, (fazer o pedido). Lembrai-vos ó Santa Terezinha, que prometestes passar vosso céu fazendo o bem a terra, sem descanso, até ver completo o número de eleitos. Cumpri em nós vossa promessa: sede nosso anjo protetor na travessia desta vida e não descanseis até que nos vejais no céu, ao vosso lado, contando as ternuras do amor misericordioso do Coração de Jesus. Amém”.

Fonte: https://www.nossasagradafamilia.com.br/conteudo/santa-terezinha-do-menino-jesus-conheca-a-historia-da-santa-das-rosas.html

 

DISSE SANTO AGOSTINHO

01 - Ninguém pode atravessar o mar deste século, se não é levado pela cruz de Cristo. (Com. Ev. Jo 11,2).

02 - A paz da alma racional é o ordenado acordo entre o pensar e o agir. A paz da cidade celeste é a união sumamente ordenada e concorde de seres felizes de Deus e mutuamente em Deus. ( A cidade de Deus, 19,13,1).

 

03 - Reconhecei no pão aquele mesmo corpo que pendeu da cruz, e no cálice o mesmo sangue que jorrou de seu lado. (Serm.228/B,2,5).

 

04 - O sacerdote te diz: “o corpo de Cristo” e tu respondes: “Amém”. Sê membro do corpo de Cristo para que o teu Amém seja verdadeiro. (Serm. 272).

 

05 - Tu sabes que coisa desejas, mas o Senhor só sabe que coisa te é útil. (Serm.80,1).

 

06 - Uma liberdade sem controle, mais que liberais, faz libertinos. (Carta 157,16).

 

07 - Eis, pois, com que facilidade obtivemos, com a ajuda de Deus, o que podíamos considerar como muito difícil. (O livre-arbítrio 16).

 

08 - Que a verdade brilhe; que a verdade agrade; que a verdade mova. (De doc. Christ. 4,28,61).

 

09 - Bem-aventurado Senhor, quem vos ama; e ama o amigo em Vós e o inimigo por Vós. Esse jamais perderá um ser amado porque todos que ama, ama naquele que jamais se perde. (Conf. 4,9).

 

10 - Se tiramos o fundamento da justiça, que coisa são os Estados se não grandes associações para delinquir? (A cidade de Deus, 4,4).

 

11 -  A Igreja caminha peregrinando entre as perseguições do mundo e as consolações de Deus. (A cidade de Deus 18,51,2).

 

12 - Buscai o que é suficiente para vós e não queirais mais. Porque tudo que excede o necessário oprime e não eleva, pesa e não honra. (Serm. 135,6).

 

13 - Deus encontra o coração dos homens quase como um campo... Quer plantar aí a bela árvore da caridade. (Com. c. Jo. 2,8).

 

14 - Nossa ciência é Cristo e nossa sabedoria é igualmente Cristo. (A Trindade 13,19,24).

 

15 - Quem não vê a meta de sua viagem, não se separa da cruz e a cruz mesma o conduzirá à meta. (Com. ev. Jo. 2,2).

 

 

PENSE NISSO!!!

ALGUNS PENSAMENTOS DE JESUS CRISTO

 

Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós. (Mt 5,11-12).

 

Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. (Mt 5,13 ).

 

Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido. (Mateus 5,18).

 

Buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. (Mt 6,33).

 

Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. (Mt 7,1-2).

 

Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem. (Mt 7,13-14).

 

Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes. (Mt 6,6-8).

 

Em verdade, em verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas. Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não os ouviram. Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. (Jo 10,7-9).

 

Não necessitam de médico os sãos, mas, sim, os doentes. (Mt 9,12).

 

Mas, quando vos entregarem, não vos dê cuidado como, ou o que haveis de falar, porque naquela mesma hora vos será ministrado o que haveis de dizer. (Mt 10,19).

 

E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo. (Mt 10,28).

 

Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus. Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus. (Mt10,32-33).

E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim. (Mt 10,38). 

 

E qualquer que tiver dado só que seja um copo de água fria a um destes pequenos, em nome de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão. (Mt 10,42).

 

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. (Mt 11,28-30).

 

Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus? (Jo 11,40).

 

E se alguém ouvir as minhas palavras, e não crer, eu não o julgo; porque eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo. (Jo 12,47).